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Portugal verá a sua população reduzida a metade

Segundo um estudo do Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) da universidade de Washington, publicado no mês passado, prevê-se que o número de pessoas na Terra atingirá um pico de 9,7 mil milhões até 2064.

Daí até ao final do século, a população diminuirá para 8,8 mil milhões. Este processo será de observar em 183 dos 195 países existentes no mundo. Em 23 países a população reduzir-se-á para metade.

Conforme o Estudo, Portugal, Espanha, Itália poderão ver a população reduzida a mais de metade, enquanto o Brasil verá a população primeiramente crescer para 235 milhões até 2064 e no fim do século diminuída para 135 milhões de habitantes.

A imigração será um meio para compensar a baixa de natalidade nos 183 países. Enquanto na Europa se observa a diminuição da fertilidade e a população está a envelhecer, na África a fertilidade aumenta a grandes passos.

Segundo o exposto, em África a população duplicará até meados do século e aumentar três vezes mais até finais do século. Os habitantes de África passarão de 1,03 mil milhões de pessoas actualmente para 3,07 mil milhões em 2100.

Na Nigéria 70% da população é jovem e metade dela sem emprego (População da Nigéria era de 206, 1 milhões em 2020 e em 2021 já é de 212,16 milhões).

Numa conferência da ONU em Nairobi, os participantes querem reforçar os direitos das mulheres, a fim de limitar o crescimento da população mundial.

O urbanismo é um dos factores de contribui para a redução da natalidade, como se observa na China.

Isto poderá pressupor um aumento de maior violência na África e também nos países de imigração.

O jihadismo hoje presente em África continuará a ser um factor relevante de aumento das tensões sociais devido ao expansionismo aguerrido da cultura árabe.

O conceito de superpopulação é muitas vezes usado para abusos (biologismo) e como desconsideração do humano e, por isso, é considerado por alguns como desumano. A Terra não se encontra esgotada; os problemas sociais, económicos e ecológicos devem-se a erros políticos e à má distribuição dos recursos do planeta.

António CD Justo

 

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