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Todo UMinho

Isto é assim:

Na UMinho, na cidade dos arcebispos, aonde me desloquei à imposição de insígnias de um familiar, encontrei uma miúda a indicar para onde nos devíamos dirigir. Estávamos meia dúzia, e reparou que eu no meio deles estava de canadianas!

Indicou-me um sítio onde havia cadeiras. Sensibilizei-me. Não estava à espera disso!

Adiante dei conta a uma outra rapariga que me tinham indicado ir para ali e informou-me “que estivesse completamente à vontade”. “Que estavam mais pessoas”, acrescentou.

Daí a nada disponibilizou-me wi-fi ‘dela’. (Não sei se deva dizer isto).
Objectivamente não sei o que isso representa mas voltei a sensibilizar-me.

Por fim ia sair e um indivíduo completamente improvável de estar a fazer o que quer que fosse, diz-me que não podia entrar!

Ocorreu-me que era alguém de boa vontade a tentar ajudar-me e eu disse-lhe que ia ter com uns familiares, exactamente para sair. Volta a dizer-me que não podia entrar! Voltei a explicar-lhe que ia sair!

Ante a figura dele pensei que fosse alguém menos escorreito, e paciente e delicadamente deixei-o. Começou a falar-me alto e fisicamente a impedir-me a passagem. Senti-me muito incomodado, e queria mesmo livrar-me do homem. Ante a insistência dele: “não me vai faltar ao respeito” senti-me tentado a confrontá-lo fisicamente.

Por fim alguém se abeirou dele e retirou-o. Ainda voltou atrás de mim reiterando que não lhe ia faltar ao respeito, que se esperasse chamava a polícia. Só não esperei, o que me era deveras favorável, já que não tinha nada, nada que o identificasse.

Se eu quiser denunciá-lo ante a UMinho, não posso.

Eu tinha os familiares à espera, o que fez axactamente que não aguardasse, pois, e de acordo com o que digo, seria exactamente chamada por mim…

Fiquei doente. Fiquei doente!

Não se pode sair de casa descansado, livre, que nos pode acontecer algo que nos prejudique deste modo.

Antes, encantado com o procedimento inexcedível das duas raparigas, disse à última que gostaria de dar nota pelo trato que me foi devotado e facultou-me um impresso explicando como devia fazer.
Disse-lhe que não ia fazê-lo já e ironia das ironias, dei-lhe conta que provavelmente ainda ia registar atitudes exemplares como o dela e da anterior.

Mário Adão Magalhães, 018/05/12