De que está à procura ?

luxemburgo
Lisboa
Porto
Luxemburgo, Luxemburgo
Colunistas

Um casal de eternos namorados

Em poucas linhas nesta poesia/prosa eu queria lembrar o dom pelo qual fomos dotados: O AMOR !

A raiz da palavra Amor se pode subdividir em vários campos: Amor Fraternal/ Parental, Amor de Pais para Filhos, Amor/Altruísmo, e amor ao próximo. E EROS o Amor Romântico.

Muitos estão casados há 20, 30, 60 anos e continuam sempre a namorar!

Muitos hoje namoram mas só vêem no prospectivo cônjuge atracão física e antevêem só o prazer sexual.

Mas o tempo de namoro é um período em que os dois namorados deveriam olhar alem do “Amor Eros/Romântico”.

O período de namoro é o tempo para OBSERVAR as qualidades um do outro. Observar que tipo de esposa ou marido estou procurando? Será que ela é uma pessoa diligente, um homem trabalhador? Será ela uma mãe terna e afável? Como trata ela hoje os mais idosos? Tudo isso e muito mais, é para OBSERVAR no tempo de namoro! Não é verdade VALENTIM?

Se ainda não o fizeste, pode dar-se que hoje namoras, e daqui a um ano já estás divorciado.

Mas se já és um Valentim casado e o teu casamento está a ESTREMECER nos alicerces! Então faz já isto: se, porém, a tua esposa prezas declara-lhe isso hoje, sem falta! Tu és dele/a. Somente não o reconheças tardiamente!

VALENTIM, uma esposa capaz, quem a pode achar? Seu valor é muito maior do que o de corais.

Nela confia dia e noite o seu Valentim! E ela não come o pão da preguiça! Muitas vezes ela se levanta ainda cedo para ver o andamento dos da sua casa! No verão ela fia meias quentinhas para agasalhar no inverno os da sua casa!

Seu marido também se levanta cedo e a louva, pois ela é a sua querida VALENTINA faz muitos anos.

Ao longo de sua vida quantos beijos já foram trocados! E isto com verdadeiro amor! Ai como é belo sonhar ao sentirmo-nos amados e em romance celebrar cada dia por tua a eternidade. O DIA DOS NAMORADOS deve ser celebrado todos os dias .

Os eternos namorados devem ser eternos perdoadores porque são duas pessoas imperfeitas.

José Valgode