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Rapazes de Amorim brilham na Taça de Portugal

O Sporting goleou esta segunda-feira o Sacavenense por 7-1, na terceira eliminatória da Taça de Portugal em futebol, ‘castigando’ em demasia a equipa do Campeonato de Portugal, incapaz de contrariar a supremacia ‘leonina’ em toda a linha.

Nuno Santos (03), Coates (26 e 47), Jovane Cabral (32, de penálti), Pedro Marques (86 e 90) e Gonçalo Inácio (90+3) foram os autores dos golos dos ‘verde e brancos’, com Iaquinta a fazer o tento de ‘honra’ do Sacavenense, aos 53 minutos.

A resistência do Sacavenense durou apenas três minutos, com Nuno Santos a abrir o ativo na cara de Tiago Mota, após assistência de Jovane Cabral nas costas da defesa.

A ‘sociedade’ entre o cabo-verdiano e o português teve sequência aos 14 minutos, num lance semelhante, mas que o poste ‘travou’, enquanto Tiago Mota defendeu com o pé, aos 17, um remate de João Mário que sofreu um desvio, na sequência de uma confusão na área sacavenense.

O conjunto do Campeonato de Portugal tentava tímidas aproximações à baliza de Luís Maximiano através de pontapés de canto, mas sem qualquer perigo, enquanto, do lado contrário, o Sporting ampliou a vantagem por Coates, aos 26, que se elevou sem oposição na pequena área, beneficiando de um erro de Didi a permitir o cruzamento de Nuno Santos.

Após a meia hora de jogo, Sporar caiu na área e o árbitro Hélder Malheiro assinalou grande penalidade, que o cabo-verdiano Jovane Cabral não desperdiçou, batendo Tiago Mota com um remate rasteiro forte e colocado.

Até ao descanso, um remate de João Mário em zona frontal passou rente à trave, aos 42, seguido de um golo invalidado aos ‘leões’, apontado por Nuno Santos, por fora de jogo de Jovane Cabral no decorrer da jogada.

O quarto golo dos ‘verde e brancos’ surgiu a abrir o segundo tempo, por intermédio de Coates, num lance tirado quase a ‘papel químico’ do primeiro do central uruguaio, que voltou a aparecer solto de marcação na pequena área, após uma assistência de Nuno Santos pelo flanco esquerdo.

Apesar do resultado pesado, o Sacavenense conseguiu chegar ao golo, aos 53, tendo Iaquinta aproveitado alguma apatia sportinguista para desviar um cruzamento de Carlos Bebé, num tento muito festejado pela estrutura do clube dos arredores de Lisboa e pelo autor do golo, visivelmente emocionado.

O Sporting desperdiçou várias ocasiões, como no cabeceamento à barra de Gonçalo Inácio (67) ou as defesas de Tiago Mota a remates de Nuno Santos (69) e Bruno Tabata (71), o que permitiu à formação ‘rubro negra’, mais motivada com o golo, chegar à área contrária em remates de Yuk Jinyoung (81) e de André Pires (82), que Luís Maximiano afastou.

Para os instantes finais, estavam reservados mais três golos do Sporting: um ‘bis’ de Pedro Marques, aos 86 e 90, primeiro de cabeça e depois apenas a encostar, estreando-se da melhor forma a marcar pelos seniores ‘leoninos’, e por Gonçalo Inácio, nas alturas, na sua estreia a titular.