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Politécnico de Coimbra colabora com academias chinesas

O Instituto Politécnico de Coimbra (IPC) estabeleceu, em deslocação à China, acordos de cooperação com instituições científicas e académicas chinesas, nomeadamente com a Universidade de Ludong e o Centro Tecnológico de Yantai, foi anunciado.

“Os protocolos visam a colaboração chinesa numa maior ligação às suas empresas no campo da investigação, ciência, tecnologia, cultura e educação e, por outro lado, o interesse chinês nos projetos do IPC, nomeadamente da Escola Superior Agrária de Coimbra, que envolvem a produção de cogumelos, vinho e maçã”, refere um comunicado da instituição enviado à agência Lusa.

Citado na nota, Rui Costa, investigador responsável pelo projeto no IPC e docente da Escola Superior Agrária de Coimbra, salienta que “existe particular interesse nos projetos da Universidade de Ludong que envolvem cogumelos, vinho e maçã, uma vez que a instituição se encontra inserida numa área geográfica com características semelhantes às de Portugal”.

Com o Centro Tecnológico Yantai High-Tech Internacional Scientific and Technological Cooperation Co., Lda, o protocolo assinado visa uma maior ligação a empresas chinesas no campo da investigação e a promoção da cooperação nas áreas da ciência, tecnologia, cultura e educação.

“O centro pretende apoiar a promoção dos projetos científicos e tecnológicos do Politécnico de Coimbra na procura de parceiros de colaboração e facilitar a cooperação com parceiros chineses”, realça o comunicado.

Estas parcerias desenvolvem-se no âmbito do projeto Erasmus+ UNISON – “University-entreprise cooperation via Spin-off companies network”, no qual o IPC está integrado, num consórcio de universidades internacionais, dando formação e apoio ao desenvolvimento de competências na promoção de ‘spin-off’.

Segundo o IPC, o projeto UNISON pretende “identificar dificuldades e constrangimentos na relação entre empresas ‘spin-off’ (criadas a partir de outras existentes) e instituições de ensino superior, contribuindo, entre outros aspetos, para a definição de mecanismos de transferência de conhecimento e tecnologia mais claros, que se espera que se traduzam em novas oportunidades e dinâmicas de trabalho conjunto”.

O projeto tem ainda como objetivo dar os primeiros passos na criação de uma rede internacional de empresas ‘spin-off’, envolvendo países como Portugal, Espanha, Rússia, Alemanha, China e Geórgia.