
Hoje trago uma Carta Sem Sê-lo e sem remetente. Nela, e porque sou um Cid Adão Urbano, não sou alheio ao que realmente se passa ao derredor com mais ou menos intensidade. Mais, ou menos, decisivo…
Confesso que não escolho ficar calado ante todos estes assuntos na (des)ordem dos dias, cíclicos – que têm (in)determinados objectivos predestinados – mas fico indisponível ou com dificuldades para as debater e fico mais quilhado…
Quando houver uma época com mais matéria para tratar, lá eles mandam os seus anjos para me sedarem. E eu tenho uma sede de água que não cabe em nenhuma sede nem sucursal, podem crer…
(Não pratico deliberadamente o chamado Acordo Ortográfico).
Mário Adão Magalhães
