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Meu Lafões meu canto

No mês de Maio ergo meu canto
E digo a Santa Cruz amado povo
Vila Poesia que eu amo tanto
Sempre te cantei e cantarei do novo.

Escuta minha gente minha velha tristeza
E põe no Calvário um poema saudade
Reaviva uma inspiração bem acesa
Povo responsável em plena liberdade.

Couto antigo, Vila Poesia e minha criança
Gente hospitaleira, ouço tua voz
Dizendo trabalhem e tenham esperança
Um mar de alegria que desagua numa boa foz.

Terra do nosso Comendador Agostinho Valgode
Do muito saudoso Joaquim Sobrinho
De todo o Emigrante que faz tudo o que pode
E do forasteiro que construiu aqui o seu ninho.