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Fundação AEP destaca importância da diáspora na divulgação da “marca Portugal”

O presidente da Fundação AEP, Luís Miguel Ribeiro, considera que o contributo da diáspora portuguesa no Canadá na promoção da marca Portugal no país é fulcral para o sucesso empresarial naquele que é considerado “um mercado com muitas oportunidades de negócios”.

“Precisamos de facto muito da nossa comunidade portuguesa para que ela nos ajude a dar a conhecer e encontrar os melhores canais e locais para promover os produtos portugueses no Canadá”, afirmou Luís Miguel Ribeiro.

A Fundação AEP tem previsto, para 02 a 06 de novembro, realizar uma missão empresarial ao Canadá, onde pretende lançar oficialmente a Rede Global da Diáspora no país.

“O mercado canadiano tem muitas potencialidades, porque é um país desenvolvido, com muitas oportunidades de negócio, onde podemos encontrar milhares de portugueses”, afirmou.

O dirigente enalteceu o facto de durante a pandemia, devido ao confinamento, muitas das iniciativas se terem realizado por via digital, mas advertiu que nunca deixaram de trabalhar, “conhecendo casos de portugueses que são motivo de orgulho”, de empresários que lançaram os seus negócios, que lideram instituições, pelo “amor à sua pátria, querem manter-se ligados a Portugal”, como “verdadeiros embaixadores do país”.

No entanto reconheceu que o Canadá “não é um mercado fácil”, sendo bastante “competitivo, distante, tendo ao seu redor outros mercados de grande dimensão”.

“Os portugueses continuam a olhar com muita atenção e continuam a estudar este mercado e nós ao nível da AEP, continuamos a concretizar missões empresariais a esses mercados, mas são mercados que demoram o seu tempo até se ganhar uma presença mais forte e a terem mais expressão naquilo que é a nossa balança comercial e as nossas exportações”, frisou Luís Miguel Ribeiro.

Quanto aos produtos portugueses, este são muito distintos, provenientes de uma origem que “é muito valorizada por um determinado nicho de clientes”.

“Pelo facto dos nossos produtos endógenos serem produzidos num país que se preocupa pelas mudanças climáticas, condições sociais dos trabalhadores e o seu bem-estar, um país que cada vez mais produz produtos de grande qualidade, com um design cada vez mais apelativo, tem feito uma grande evolução nesse sentido, este é um mercado com poder de compra, em que os seus produtos de elevada qualidade se podem conseguir implementar e ter sucesso”, realçou.

Nesse sentido, num mercado com esta dimensão, pelo seu poder de compra qualquer um dos produtos, quer tecnológico ou tradicional, poderá conseguir ter mercado, “dependendo da competitividade desse produto e as condições em que se consiga lá colocar”.

Promovida pela Fundação Associação Empresarial de Portugal, a Rede Global da Diáspora é uma ferramenta importante por “aproximar e ajudar para que os empresários possam mais facilmente conhecer o mercado, as condicionantes e condições desse mercado”.

A plataforma que une portugueses espalhados pelo mundo dará a conhecer aos empresários os principais desafios, dificuldades, mas também as oportunidades para esse mesmo mercado, mas também para “democratizar o acesso de empresas mais pequenas, a alargar a nossa base exportadora para esse mercado”.

A Rede Global da Diáspora tem mais de 7.500 portugueses inscritos, presença em 155 países, e mais de 10.500 empresas inseridas.

Além da ligação à diáspora, a plataforma pretende valorizar as Rotas Lusitanas (promoção dos estabelecimentos comerciais produtos nacionais), Portal do Investidor (para facilitar e acelerar negócios à escala global), e a Diáspora Business Intelligence (dar a conhecer a diáspora ao pormenor.

#portugalpositivo