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Luxemburgo investiu mais de mil milhões de euros em Portugal

A AICEP – Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal – faz uma análise da economia luxemburguesa, das relações económicas bilaterais e das condições de acesso ao mercado, apresentando também um conjunto de informações úteis para exportadores e investidores nacionais e concluiu que, em 2016, os fluxos de investimento direto do Luxemburgo em Portugal (IDE), ascenderam, em termos líquidos, a cerca de 1 161 milhões de Euros (de acordo com o Princípio Direcional), ocupando a 2ª posição do ranking dos países que investiram em Portugal.

Neste sentido, o BOM DIA falou com Francis da Silva (na foto acima), presidente da CCILL – Câmara de Comércio e Induústria Luso-Luxemburguesa – que afirma que a AICEP apenas confirma “a excelente situação em que se encontram as relações económicas, comerciais e empresariais entre Portugal e o Luxemburgo bem como do aumento substancial que o comércio entre os dois países tem registado nestes últimos anos”.

Francis da Silva acrescenta que “o mérito deste excelente resultado não resulta de um conjunto de circunstâncias favoráveis, ocorridas ao sabor do tempo, mas do trabalho realizado com constância e rigor durante muitos anos por quem está efetivamente no terreno, informando, facilitando, dando a conhecer oportunidades e acompanhando as empresas exportadoras na sua concretização, isto é em resultados”.

Este dirigente da CCILL defende que é necessário “dar a César o que é de César”: Francis da Silva acredita que “entre os autores (e atores) deste sucesso está sem a menor dúvida a Câmara de Comércio Portuguesa no Luxemburgo que é, aliás, a única organização empresarial portuguesa presente no terreno no Luxemburgo para apoiar o comércio bilateral e que, desde sempre, tem plenamente colaborado com todas as entidades oficiais, públicas ou privadas, no sentido de promover sem descanso Portugal, a sua economia e as suas empresas”.

Aqui fica portanto esta nota, através da qual se pretende simplesmente que fique registado e sejam alvo de apreço todos aqueles a quem no Luxemburgo, dentro ou fora desta Câmara de Comércio, se deve este excelente resultado para Portugal e que com total empenho e voluntariedade apoiam e apoiaram o país, sobretudo naqueles anos em que Portugal passava por uma das piores crises económicas de que há memória.