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Array ( [0] => WP_Post Object ( [ID] => 4428 [post_author] => 30 [post_date] => 2015-04-20 22:21:18 [post_date_gmt] => 2015-04-20 21:21:18 [post_content] => De 24 a 25 de abril a empresa familiar Action Wear abre as suas portas no Grão-ducado do Luxemburgo no número 10, da ZAC Haneboesch II, em Niederkorn. O dia de portas abertas surge com o intuito de reforçar a confiança dos clientes e provar junto deles a capacidade da marca Action Wear dando a conhecer o novo espaço. À frente da marca está Pedro Martins, no Luxemburgo desde 1988 aonde chegou sem trabalho, e que é agora o patriarca do negócio de família Action Wear. A Action Wear foi criada em 2005 por Pedro Martins e Cristina Martins e desde então tem feito um percurso de evolução e crescimento sempre com o intuito de servir melhor o seu cliente. O ano de 2007 marca um ponto de viragem importante pois conseguem chegar a um grupo de comerciantes que tem acesso a fornecedores que lhe são exclusivos, passando a alargar a gama de produtos disponíveis para venda. Isto levou a um crescimento do volume de vendas levando, em 2009, à compra do espaço maior em Walferdange. Sendo que o espaço de fabrico, de bordados e transformação de vestuário, também passou a ser maior. Desde 2014 com espaços maior de exposição e de confeção a Action Wear é agora uma marca capaz de responder a qualquer pedido dos seus clientes. O futuro, disse Pedro Martins ao BOM DIA, passa agora pelos filhos e por aquilo que eles podem vir a fazer para crescer ainda mais com este negócio de família. Action Wear é uma marca especializada na distribuição de equipamentos individuais de proteção para todas as áreas: indústrias, construção, trabalhos e serviços públicos. Indo ao encontro das necessidades do mercado tendo assim evoluído para se tornar no líder incontestável do mercado luxemburguês. A Action Wear são dois locais: a loja de Walferdange com 300m2 onde se propõem todo o tipo de produtos e em Niederkorn uma loja com show-room, atelier de produção e uma área de stock de 1200m2 para responder a todas as necessidades do cliente. 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Os tetos máximos, que já haviam sido aprovados pelo Parlamento Europeu em março passado e são agora definitivamente adotados pelos Estados-membros, ficam fixados em 0,2% do valor da transação a pagar pelos comerciantes aos bancos pela utilização de cartões de débito e 0,3% para os cartões de crédito. 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Em conferência de imprensa na sala de cinema do Stop, o vereador da Cultura da Câmara Municipal do Porto, Paulo Cunha e Silva, classificou aquele centro comercial, que há anos está repleto de salas de ensaio para bandas da cidade, como um dos “ecossistemas culturais mais interessantes” da cidade. O ciclo “Foco Rock” foi curado por Zé Pedro, dos Xutos & Pontapés, que escolheu quatro documentários sobre bandas como os The Clash, Pearl Jam, Foo Fighters e LCD Soundsystem, que vão anteceder concertos das bandas Black House of Wolves, Meu General & os Delatores, Pulha Seltzer e Holy Nothing. No sábado, para assinalar o 25 de Abril, vai ter lugar o concerto “A Liberdade do Som”, no Grande Auditório do Rivoli, em que músicos como Manel Cruz, os Osso Vaidoso, Mesa, Torto e Os Príncipes vão tocar canções suas e versões de “temas conhecidos de autores da cidade do Porto” como os GNR, Taxi, Trabalhadores do Comércio, entre outros. O músico Manel Cruz, que se apresentou como “apenas um cidadão nesta comunidade” que é o Stop - ainda que definido como uma "figura mítica" da música do Porto -, frisou a importância daquele espaço e dos músicos que o compõem e sublinhou que “o grande esforço aqui é o som”. O músico de projetos como os Ornatos Violeta ou Foge Foge Bandido declarou que “o que os músicos querem é condições para trabalhar”. O “Foco Rock” vai realizar também encontros com grupos de alunos do Ensino Secundário ao longo da semana e vai exibir gratuitamente o documentário de Ana Branco, às 16:00 de sábado, sobre o Stop, com o título “Stop don’t stop”. 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Este evento, intitulado originalmente Printemps des Poètes ocupa três dias durante um fim-de-semana e conta com autores de vários países e língua. Para 2015, a lista é vasta: Edith Azam (França), David Castillo (Espanha), Julia Copus (Reino Unido), Milo de Angelis (Itália), Ales Debeljak (Eslovénia), Charles Ducal (Bélgica), Haydar Ergülen (Turquia), Gaia Grandin (Suíça), Judith Herzberg (Países Baixos), János Lackfi (Hungria), Tom Nisse (Luxemburgo), Sophie Reyer (Austria), Arvis Viguls (Letónia), Ilona Witkowska (Polónia) e, obviamente, António Cortez por Portugal. O Printemps des Poètes começa sexta-feira, dia 24 de abril às 19 horas na Kulturfabrik, em Esch-sur-Alzette, e continua sábado na abadia de Neimënster, na capital luxemburguesa, terminando no domingo com uma manhã poética na galeria Simoncini, no Luxemburgo. Veja aqui o programa completo. 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Foram 21,1 pontos percentuais no espaço de oito anos, são os dados apresentados pelo Negócios Online. A taxa de abandono precoce de educação e formação é a percentagem de pessoas entre os 18 e os 24 anos que deixou de estudar sem ter completado o secundário e até 2020 esta taxa deverá recuar para um valor abaixo dos 10%. Os dados sobre educação foram divulgados esta segunda-feira, 20 de Abril, pelo Eurostat no âmbito da estratégia europeia para o crescimento e emprego Europa 2020. A meta para os próximos cinco anos é colocar abaixo de 10% as desistências na União Europeia. Apesar da queda nacional, Portugal continua entre os países com percentagens mais elevadas (17,4%), a par de Espanha (21,9%), Malta (20,4%), Roménia (18,1%) e Itália (15%). Por outro lado, as percentagens mais baixas foram registadas na Croácia (2,7%), Eslovénia (4,4%), Polónia (5,4%), República Checa (5,5%), e Lituânia (5,9%). É de destacar que 15 estados-membros já atingiram as metas nacionais para este indicador: Áustria, Alemanha, República Checa, Dinamarca, Irlanda, Grécia, França, Croácia, Itália, Chipre, Letónia, Lituânia, Luxemburgo, Eslovénia e Suécia. À excepção da Bulgária, a taxa de abandono precoce é mais baixa para as mulheres do que para os homens em todos os estados-membros. O cenário é semelhante em Portugal, com 20,7% dos homens a abandonarem precocemente a escola, comparando com 14,1% de mulheres. O Eurostat também analisou o número de pessoas entre 30-34 anos que concluíram o ensino superior na União Europeia. Entre 2002 e 2014, esta percentagem aumentou 14,3 pontos percentuais para 37,9%. Segundo a estratégia Europa 2020, a meta é que, pelo menos, 40% da população entre os 30-34 anos na União Europeia tenha completado o ensino superior até 2020. Portugal registou 31,3% de pessoas entre os 30-34 anos que concluíram o ensino superior em 2014. Entre 2002 e 2014, Portugal registou um avanço significativo de pessoas que concluíram o ensino superior, com a percentagem a avançar 18,4 pontos para 31,3%. Apesar do avanço ter sido relevante, Portugal ficou na oitava posição entre os países que registaram maiores aumentos de taxa entre 2002 e 2014. A Lituânia (30,1 pontos), a Polónia (27,7%), a Letónia (22,6%) e a Suécia (21,6 pontos) registaram as maiores subidas. Em 2014, as percentagens mais elevadas de conclusão do ensino superior registavam-se na Lituânia (53,3%), Luxemburgo (52,7%), Chipre (52,5%) e Irlanda (52,2%). Por outro lado, as percentagens mais baixas registaram-se em Itália (23,9%), Roménia (25,0%), Malta (26,6%), Eslováquia (26,9%) e República Checa (28,2%). Do total, 12 estados-membros já alcançaram ou superaram a meta de 40% para este indicador: Dinamarca, Estónia, Grécia, Chipre, Letónia, Lituânia, Hungria, Holanda, Áustria, Eslovénia, Finlândia e Suécia. À excepção da Alemanha, em todos os estados-membros a percentagem de mulheres a completar o ensino superior foi mais elevado que a percentagem de homens. Na União Europeia, a média de conclusão do ensino superior para mulheres (38,9%) foi 15 pontos superior ao registado para homens (23,2%). O cenário é semelhante para Portugal, com a percentagem de conclusão das mulheres (42,3%) a superar a dos homens (33,6%) em 8,7 pontos. 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A polícia deteve já um menor, que entrou na escola armado com um cocktail Molotov, uma besta e uma faca. Os eventos ocorreram cerca das 9:20 horas locais (8:20 em Lisboa), no Instituto Joan Fuster, localizado perto da Avenida Meridiana de Barcelona, no bairro de La Sagrera. Segundo testemunhas citadas pelo jornal "El Mundo", o suspeito dirigiu-se diretamente a uma sala de aula, onde atirou sobre uma professora e a sua filha, uma aluna. Nesse momento, um professor que estava numa sala ao lado tentou impedir o ataque e acabou por morrer. 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Segundo a agência da ONU para refugiados do ACNUR, deu-se agora (19.04.2015) a maior tragédia no Mar Mediterrâneo com refugiados. A 10 km da Líbia afundou um arrastão com 700 pessoas a bordo, dos quais apenas 28 puderam ser salvos. Dias antes, segundo a organização de ajuda humanitária Save the Children tinha naufragado já um navio ao largo da costa da Líbia, com 560 refugiados/imigrantes. A Guarda Costeira italiana ainda conseguiu salvar 144 dos naufragados. Desde o início deste ano, já foram salvos 19.000 imigrantes. Operações de salvação de imigrantes/refugiados: Mare Nostrum e Frontex Em Novembro de 2014, a Itália deu por finda a operação (“mare nostrum”) de salvação de migrantes vindos das costas da Líbia” e iniciada depois do naufrágio de Lampedusa onde morreram 400 imigrantes líbios em Outubro de 2013. Esta operação italiana custou 114 milhões de euros e conseguiu salvar 150 mil vidas em perigo de naufragar no mediterrâneo. Para poupar dinheiro e para, alegadamente, não facilitar o tráfego dos traficantes contrabandistas de refugiados e para não se tornar num incentivo para outros refugiados, a UE não continuou a missão salvadora “mare nostrum”, criando, em vez dela, uma patrulha (“Triton”) a operar no alto-mar mediterrânico que faz o rastreio de barcos (impedir barcos ilegais e salvar pessoas). A Marinha dos estados membros e a Agência de Patrulha de Fronteiras (Frontex) só podem operar no âmbito de 30 milhas náuticas das fronteiras da UE, o que facilita a vida aos traficantes de imigrantes/refugiados. Entre os Estados membros não há acordo em criar estratégias mais eficientes atendendo também à situação mercantil com os refugiados e aos concorrentes interesses e compromissos históricos dos diferentes países europeus em relação a África. (A Inglaterra não participa na Frontex). Por outro lado, uma política de distribuição equitativa dos imigrantes pelos diferentes países membros revelar-se-ia injusta. A agravar a situação está o facto de a grande maioria de imigrantes serem muçulmanos e estes se organizam em guetos que se definem, geralmente, na autoafirmação e contraposição em relação à cultura não muçulmana. Por um lado, os imigrantes/refugiados trazem sangue novo e contribuem para o rejuvenescimento de uma Europa já envelhecida, por outro trazem imensos custos, a curto prazo, no que respeita a medidas de alojamento, formação escolar, profissional e de integração no mundo social e laboral. A UE encontra-se dividida entre o combate às organizações de tráfico (quadrilhas de contrabando) que fomentam o tráfego com refugiados cobrando entre 4.000 e 7.500 Euros por pessoa, pela sua passagem para a Europa, em condições míseras e desumanas, e o regime jurídico a aplicar: as autoridades europeias têm dúvidas sobre a definição do estatuto dos refugiados que se for de ordem económica, não dá direito a asilo, e se for de ordem política implica o direito a asilo no país onde aportarem. Esta nova catástrofe motivou a intenção de criar novas iniciativas a nível europeu. Neste sentido pensa-se na extensão da missão de salvação “mare nostrum” a nível europeu e a medidas nos países costeiros africanos. “Mare nostrum” tinha a vantagem de detectar o perigo nas zonas costeiras da Líbia. Muitas das famílias dos refugiados/imigrantes vivem em situações críticas no que respeita à segurança, à corrupção das autoridades da alta hierarquia e a dificuldades económicas e por isso procuram enviar os seus jovens mais robustos para a Europa para que, uma vez que tenham um lugar de trabalho, possam enviar dinheiro para elas. As nações e a ONU enviam bastante dinheiro para projectos de desenvolvimento e de infraestruturas mas, como não há controlo, muito do dinheiro é desviado, enquanto projectos pequenos, a nível regional de Autarquias, Aldeias, no dizer de Cap Anamur, são eficientes: “à medida que se sobe na jerarquia aumenta a corrupção”. Rotas dos refugiados ilegais Segundo menção da imprensa alemã, as rotas de proveniência da maior parte dos refugiados ilegais, em 2014, foram: Europa de Leste com 1.270 refugiados (vindos do Vietnam, Afeganistão e Geórgia), Europa do Sul com 43.360 refugiados (do Kosovo, Afeganistão e Síria), Grécia com 8.360 (da Albânia, Macedónia e Geórgia), Mediterrâneo Oriental com 50.830 refugiados (da Síria, Afeganistão e Somália), Canárias com 275 refugiados (de Marrocos, Guiné e senegal), Mediterrâneo Ocidental com 7.840 refugiados (dos Camarões, Algéria e Mali) e Mediterrâneo Central com 170.760 refugiados (da Síria, Eritreia e Somália). A esperança desesperada tenta a ilegalidade como meio para melhorar a vida. Fogem do Iraque, da Síria, da Líbia, do Afeganistão, do Iémen, de Marrocos, de Mali, etc. Fogem à guerra, à injustiça e à pobreza. Explorados por quadrilhas traficantes, vêem a sua vida ameaçada até atingirem a cortina europeia da Itália, Grécia, Bulgária ou Espanha. Chegados a um país europeu vêem-se confrontados com burocracias e costumes estranhos bem como com o receio de parte da população dos países de recepção que vêem a sua identidade cultural ameaçada e as finanças das comunas sobrecarregadas. Devido à contínua afluência de refugiados à Alemanha já se observam actos de vandalismo contra casas que são preparadas para a recepção de refugiados e uma crescente oposição de grupos que se manifestam contra políticos que a nível local tomam iniciativas de criar lugares de alojamento para refugiados. Por outro lado assiste-se na população alemã a uma grande participação em medidas de ajuda concreta a refugiados. Para não se sobrecarregar a sociedade com problemas de integração a sociedade acolhedora terá de garantir o sucesso aos refugiados que encontrem guarida entre nós, indo de encontro às suas necessidades humanas, nos diferentes níveis de acolhimento. Por outro lado os migrantes muçulmanos terão de mostrar mais vontade de respeitar a mentalidade dos países acolhedores não se rebelando contra a integração. Num barco saído da Líbia (14.04.2015), com 105 imigrantes, tripulantes muçulmanos lançaram 12 cristãos ao mar, encontrando-se agora 15 dos prováveis assassinos (da Costa do Marfim, Mali e Senegal) a contas com a justiça italiana em Palermo. A realidade ultrapassa a nossa fantasia: no mesmo barco, na procura de salvação em terras cristãs, imigrantes muçulmanos perseguem companheiros cristãos em nome da sua religião! Em casas para refugiados na Alemanha tem havido contendas entre refugiados que se agridem devido à sua diferença religiosa. Muitos africanos passaram o primeiro colonialismo na sonolência e agora como imigrantes têm medo de ser colonizados pelo ocidente civilizado. Antigamente os "chefes" forneciam escravos à Europa em troca de algum dinheiro e hoje fornecem-nos matéria-prima deixando os seus cidadãos passar mal. Combater as causas e não apenas as consequências da catástrofe humana, será a grande tarefa da UE, procurando fomentar perspectivas de vida digna nos seus países de origem e criando um ambiente favorável à integração dos hóspedes chegados. Sem uma abertura mútua entre hóspedes e hospedeiros acumular-se-ão problemas e criar-se-ão situações futuras perigosas para toda a população. António da Cunha Duarte Justo www.antonio-justo.eu [post_title] => Drama dos refugiados: um problema sem solução? 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